Psy

"Só algumas pessoas escolhidas pela fatalidade do acaso provaram da liberdade esquiva e delicada da vida" "Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar" "Clarice Lispector"

14.9.07


Não espere o vento soprar na sua direção,
Nem corra atrás do vento.
A vida está dentro de você
E viver este dia é o melhor que você pode fazer.
Não deixe alguém esperando pela sua palavra.

Abra o seu coração e olhe para a dor da humanidade.
Do seu lado pode estar alguém que sofre em silêncio.
Não se feche nem retenha as coisas boas.
Solte, libere a sua melhor parte.

Há muitas mãos estendidas, Há muitos rostos chorando,
Há muitas vidas precisando de você.
Há dor no mundo! Há fome! Há luta!
Há dor sobretudo NA ALMA das pessoas.

Você pode, se você acha que pode.
Faça algo neste dia...

Pode ser que amanhã a sua palavra
Fique presa na garganta porque
A morte se sobrepõe a vida.
Não retenha a sua fidelidade,
O seu gesto de amor, a sua solidariedade,
A sua amizade, o seu melhor sentimento.
Não sabemos o que nos espera no próximo minuto.
Uma existência pode se esvair num segundo.
Faça a sua parte no mundo.
Não silencie, não se omita.

Pode ter certeza, algum coração neste momento bate por você,
Uma alma ferida precisa das suas palavras,
Um amigo espera seu gesto,
Um faminto espera o pão, um doente a cura,
Alguém que você nem conhece deseja
Intensamente estar vivo e no seu lugar.

Texto: Dulce Regina Breim
Imagens: da net

2 Comments:

Blogger Telma diz...

Olá linda, gostaria de saber de onde vc pegou essa poesia, pois é de autoria de uma amiga minha. PArabéns por vc dar os créditos. Um grande abraço.

Telma

9:42 PM  
Blogger Psy diz...

Telma,

Em respeito ao trabaho e criatividade das pessoas, busco sempre a autoria do que post.
Só informa Autoria Desconhecida quando realmente não encontro o nome do autor ou quando aparecem vários nomes como sendo o autor.

Achei o texto aqui: http://www.rivalcir.com.br/mensagens2007/3973.html

Abraço.
Psy

4:45 PM  

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No amor, nem sempre são as faltas o que mais nos prejudica, mas sim a maneira como procedemos depois de as ter cometido. "Oví­dio"